Inovação e Imunidade em Rede: Conectando Ciência, Saúde e Futuro no Brasil

Nossa missão é manter a imunologia brasileira em padrões internacionais

O

O Instituto

Na virada do milênio, o Banco Mundial e o CNPq decidiram criar os Institutos do Milênio com o objetivo de impulsionar a pesquisa de alta qualidade que tivesse repercussão para a sociedade. Das 350 propostas iniciais submetidas por diversos grupos de pesquisadores, na ocasião, 15 foram os escolhidos, nas diversas áreas do conhecimento. Assim foi criado o iii - Instituto de Investigação em Imunologia, virtual com alta sinergia técnica e científica, presente em 7 estados da Federação, com a missão de “elevar a imunologia médica a nível internacional através da pesquisa fundamental e aplicada. Em 2008, os Institutos do Milênio se transformaram nos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, os INCTs.

Os cientistas

Os pesquisadores do iii-INCT são responsáveis por uma parcela considerável das publicações científicas em imunologia no Brasil, disseminando tecnologia de ponta e colaborando com a formação de doutores, mestres e alunos de iniciação científica.

Os
Novos

Novos pesquisadores

Temos o prazer de apresentar os novos talentos que passam a integrar o Instituto de Investigação em Imunologia.

As pesquisas

Os projetos desenvolvidos atualmente pelos pesquisadores do iii-INCT estão divididos em seis áreas temáticas. Cada uma reúne especialistas que trabalham de forma integrada, dinâmica e eficiente, compartilhando conhecimentos e ações.

Novidades em breve

Atualizaremos esta área constantemente com novos eventos, comunicados importantes, lançamentos ou outras atividades para que você esteja sempre informado sobre o que está acontecendo em nossa comunidade científica.

Novidades em

Nosso blog

Confira nossas últimas noticias

Ver todas as publicações
Rumo a 2026
Imunologia

Rumo a 2026

Em 2025, as águas de março trouxeram a notícia da renovação do nosso iii, conquistada com projetos inovadores e a entrada de um maravilhoso grupo de pesquisadores que veio se juntar a nós. O ano de 2025 termina com mais de 160 publicações científicas, em sua maioria em revistas internacionais de impacto na Imunologia e a perspectiva do aniversário de 25 anos de vida do iii neste próximo ano. Faremos uma pausa nesse fim de ano, mas esperamos encontrar todos no ano que vem, aos quais enviamos os nossos votos de feliz Natal e um próspero 2026.

Premiados na virada do ano
Imunologia

Premiados na virada do ano

Acabando o ano... Mas, na lista dos 10 cientistas escolhidos pelo grupo Nature por fazerem a diferença em 2025 (https://www.nature.com/immersive/d41586-025-03848-1/index.html) escolhi 3 para elogiar aqui, pois todos têm conexão importante com a ciência feita no iii.Uma pesquisadora do Instituto Weizmann, em Rehovot, Israel, resolveu olhar mais de perto o que é produzido na processadora de lixo da célula, o proteassoma. Ah, só tem peptídeos nesse lixo, era o pensamento predominante da comunidade científica! A descoberta de Yifat Merbl é realmente notável, pois ela identificou uma produção importante de peptídeos gerados no interior da maquinaria do proteassoma com atividade antimicrobiana. Identificou 1000 peptídeos assim, mas há o potencial para muitos milhares mais. E mais, quando uma célula é infectada, a modificação para o imunoproteassoma, torna essa produção ainda mais eficiente, sendo assim uma das respostas mais precoces de defesa pelo organismo. Precious Matsoso, da Wits Health Consortium da Universidade de Witwatersrand, em Pretoria, África do Sul, ganhou a distinção pela sua árdua, contínua e determinada condução das negociações do tratado das pandemias da OMS. Uma lição de diplomacia num mundo fraturado. E, finalmente, Luciano Moreira, engenheiro agrônomo da Fiocruz, radicado em Curitiba, ganhou notoriedade com a sua fábrica de Aedes aegyptii infectados com a bactéria Wolbachia. Com uma produção semanal de 80 milhões de ovos, os resultados já obtidos são impressionantes. Em Niterói a incidência de dengue caiu 89% e as prefeituras estão fazendo fila para ganhar o seu quinhão desses mosquitinhos, os wolbitos. Estes, infectados, passam a ser resistentes ao vírus da dengue, Chikungunya e outros arbovírus, ao mesmo tempo pondo ovos infectados e aos poucos eliminando a eficiência da transmissão da doença.